Assista ao lançamento oficial do videolyrics Sonho de Migrante
e permita que a Palavra, a música e a imagem toquem o seu coração.
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A canção Sonho de Migrante nasceu no contexto da preparação para a beatificação de São João Batista Scalabrini, em 1997, quando a Congregação dos Missionários de São Carlos foi convidada a apresentar uma expressão artística que traduzisse o seu carisma. A proposta inicial era que a música fosse interpretada por um grupo de jovens das casas de formação, quase como um coral, refletindo a força comunitária da missão scalabriniana. Com o passar do tempo e diante das limitações práticas, optou-se por uma interpretação profissional, garantindo qualidade técnica e fidelidade à mensagem que se desejava comunicar.
A composição foi desenvolvida a partir de encontros sobre os elementos centrais que deveriam estar presentes na canção: a experiência do deslocamento, o caminho do migrante, o sofrimento, a esperança, a missão e a dimensão universal da migração. A inspiração partiu sobretudo da vivência pastoral e pessoal do Missionário Scalabriniano Pe. Miguel Longhi, marcada pela memória da imigração italiana, pelo contato direto com realidades migratórias e pelos contextos sociais da época, especialmente as lutas por terra e dignidade humana, muito presentes nos anos 1980 e 1990. Esses elementos deram à música um caráter profundamente contextual, sem perder sua atualidade e alcance universal.
Musicalmente, optou-se por uma sonoridade que evocasse a cultura italiana, com destaque para o acordeão, reforçando as raízes históricas da Congregação e da própria experiência migratória. A canção foi gravada profissionalmente, com interpretação contratada e autorizada verbalmente, dentro da lógica de um projeto interno, sem a preocupação, naquele momento, com registros formais de direitos autorais, algo comum à época. Ainda assim, Sonho de Migrante atravessou os anos como um testemunho sensível e profético do carisma scalabriniano, permanecendo como expressão artística da fé, da missão e da esperança que acompanham o caminho dos migrantes em todos
os tempos.
A canção Sonho de Migrante nasceu no contexto da preparação para a beatificação de São João Batista Scalabrini, em 1997, quando a Congregação dos Missionários de São Carlos foi convidada a apresentar uma expressão artística que traduzisse o seu carisma. A proposta inicial era que a música fosse interpretada por um grupo de jovens das casas de formação, quase como um coral, refletindo a força comunitária da missão scalabriniana. Com o passar do tempo e diante das limitações práticas, optou-se por uma interpretação profissional, garantindo qualidade técnica e fidelidade à mensagem que se desejava comunicar.
A composição foi desenvolvida a partir de encontros sobre os elementos centrais que deveriam estar presentes na canção: a experiência do deslocamento, o caminho do migrante, o sofrimento, a esperança, a missão e a dimensão universal da migração. A inspiração partiu sobretudo da vivência pastoral e pessoal do Missionário Scalabriniano Pe. Miguel Longhi, marcada pela memória da imigração italiana, pelo contato direto com realidades migratórias e pelos contextos sociais da época, especialmente as lutas por terra e dignidade humana, muito presentes nos anos 1980 e 1990. Esses elementos deram à música um caráter profundamente contextual, sem perder sua atualidade e alcance universal.
Musicalmente, optou-se por uma sonoridade que evocasse a cultura italiana, com destaque para o acordeão, reforçando as raízes históricas da Congregação e da própria experiência migratória. A canção foi gravada profissionalmente, com interpretação contratada e autorizada verbalmente, dentro da lógica de um projeto interno, sem a preocupação, naquele momento, com registros formais de direitos autorais, algo comum à época. Ainda assim, Sonho de Migrante atravessou os anos como um testemunho sensível e profético do carisma scalabriniano, permanecendo como expressão artística da fé, da missão e da esperança que acompanham o caminho dos migrantes em todos os tempos.
A inspiração de Sonho de Migrante nasce da própria história de vida e da experiência pastoral do Missionário Scalabriniano Pe. Miguel Longhi, marcada pela memória da imigração italiana, pela realidade do caminho e pela compreensão da migração como movimento, travessia e busca por dignidade. Essa sensibilidade pessoal se uniu ao contexto social vivido nos anos 1980 e 1990, especialmente a proximidade com as primeiras experiências do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra no Rio Grande do Sul, então percebidas como um clamor legítimo por justiça, trabalho e terra. Esses elementos deram à canção um caráter profundamente contextual, refletindo as dores do deslocamento humano, sem perder de vista a dimensão universal da migração e a esperança que sustenta quem caminha.
A inspiração de Sonho de Migrante nasce da própria história de vida e da experiência pastoral do Missionário Scalabriniano Pe. Miguel Longhi, marcada pela memória da imigração italiana, pela realidade do caminho e pela compreensão da migração como movimento, travessia e busca por dignidade. Essa sensibilidade pessoal se uniu ao contexto social vivido nos anos 1980 e 1990, especialmente a proximidade com as primeiras experiências do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra no Rio Grande do Sul, então percebidas como um clamor legítimo por justiça, trabalho e terra. Esses elementos deram à canção um caráter profundamente contextual, refletindo as dores do deslocamento humano, sem perder de vista a dimensão universal da migração e a esperança que sustenta quem caminha.
P. Miguel Longhi, CS
Imigrantes italianos em São Paulo
O processo de composição aconteceu de forma gradual e compartilhada com Ivo Prati, a partir de encontros de reflexão e amadurecimento do texto. A inspiração temática partiu sobretudo de Pe. Miguel, enquanto a construção poética e a finalização dos versos foram sendo lapidadas a quatro mãos, sem pressa e com discernimento. Mais do que um trabalho técnico, a canção foi gestada como expressão da missão scalabriniana, integrando experiência pessoal, contexto histórico e fé cristã, e apontando para um horizonte de esperança que ultrapassa o presente, iluminado pela certeza do futuro do migrante e pela promessa da vida plena.
O processo de composição aconteceu de forma gradual e compartilhada com Ivo Prati, a partir de encontros de reflexão e amadurecimento do texto. A inspiração temática partiu sobretudo de Pe. Miguel, enquanto a construção poética e a finalização dos versos foram sendo lapidadas a quatro mãos, sem pressa e com discernimento. Mais do que um trabalho técnico, a canção foi gestada como expressão da missão scalabriniana, integrando experiência pessoal, contexto histórico e fé cristã, e apontando para um horizonte de esperança que ultrapassa o presente, iluminado pela certeza do futuro do migrante e pela promessa da vida plena.
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Uma música que une fé, missão e a esperança de quem está em mobilidade.
Composição: P. Miguel Longhi, CS e Ivo Prati
Caminhando pela vida, somos todos estrangeiros.
Em busca de pão e paz, somos fiéis companheiros.
João Batista Scalabrini certo dia em Milão,
ao ver o povo migrante vislumbrou nova missão.
Sua força de profeta, uma estrela colocou
no horizonte do migrante o seu rumo iluminou.
Em cada lugar, uma estação de Milão
a nos recordar o apelo da migração.
Ser fraternidade, sal, luz e semente,
que brota nos povos de todos os continentes.
Em cada lugar, abra o seu coração
para libertar do sofrimento o irmão.
Quem parte leva consigo um pouco do chão,
para formar um mundo unido feito em mutirão
Hoje a América é o mundo de tantos homens sem terra
oprimidos pela fome ou marcados pela guerra.
Mas do sonho do migrante, a fé vence o cansaço,
Nos olhos tem esperança e o futuro em seus passos.
Que das cores do arco-íris nasça uma só bandeira
e com o Cristo Peregrino uma pátria sem fronteiras!